Qual a diferença entre adoçantes naturais e os artificiais?

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Saúde

Uma das dúvidas mais comuns para quem busca reeducar a alimentação é a forma de adoçar as refeições.

Decidir entre adoçante, açúcar ou as versões reduzidas em calorias, criam uma imensa dúvida, existem dois tipos de substâncias que adoçam: as de origens naturais e as artificiais. Contudo, por serem muitas e variadas, é importante entendermos sobre como elas agem em nosso organismo.

 

Adoçantes Naturais

  • Açúcar refinado: Conhecido como açúcar refinado comum, a sacarose provém da cana-de-açúcar e combina glicose com frutose. Pessoas com diabetes não podem consumi-la e, além disso, ela também conta com número elevado de calorias. O ideal é substituir este açúcar por opções com mais nutrientes, como as versões não refinadas.
  • Açúcar mascavo: Obtido das primeiras extrações da cana-de-açúcar, o açúcar mascavo é considerado a versão mais saudável do açúcar comum, pois além da sacarose, glicose e frutose da cana, possui também pequenas quantidades de cálcio, fósforo e ferro.
  • Açúcar demerara: Já o açúcar demerara é considerado o mais artesanal, retirado diretamente do melado da cana e apresenta valores nutricionais similares aos do mascavo.
  • Frutose: A frutose é melhor consumida através das próprias frutas, pois junto com ela vêm outros elementos importantes para o organismo, como fibras, vitaminas e minerais. O consumo dela isoladamente, como alternativa ao açúcar, não é ideal, existindo diversas outras opções mais ricas em nutrientes. O mel também contém frutose e, neste caso, se consumido com moderação, traz muitos benefícios à saúde.
  • Stévia: Das versões mais leves e saudáveis a stévia é a mais famosa. Extraída de uma planta da família dos crisântemos, ela não possui calorias e é liberada para quem tem diabetes. O potencial adoçante deste componente é cerca de 300 vezes maior que o do açúcar refinado. É a mais indicada ao consumo.
  • Xilitol: Esse adoçante é considerado natural por ser extraído a partir de fibras de algumas plantas, como ameixa e milho. A grande vantagem associada a ele se deve ao fato de seu índice glicêmico ser bem baixo, de apenas 7, enquanto com o açúcar normal esse número varia de 60 a 70. Isso permite que ele seja consumido até por diabéticos, que precisam manter essa taxa sob controle, também é um adoçante mais indicado ao consumo, tem sabor bem semelhante ao açúcar.
  • Sorbitol: Encontrado na natureza, em algumas frutas e alga marinhas, o sorbitol apresenta poder adoçante 50% menor do que a sacarose. O consumo dele também não é indicado para pessoas com diabetes e é muito utilizado na fabricação de biscoitos, chocolates, goma de mascar e refrigerantes.

 

Adoçantes Artificiais

  • Aspartame: O muito conhecido aspartame é cerca de 200 vezes mais doce que o açúcar refinado. Ele foi descoberto por acaso por um químico em 1965 e já houve muitas dúvidas sobre seu uso, porém, após análise do FDA (Food and Drug Administration) o consumo foi liberado.
  • Acesulfame: O poder adoçante do acesulfame varia de 180 a 200 vezes superior ao da sacarose. Por ser versátil e não possuir calorias, seu uso pode ser muito variado e é utilizado nas indústrias de panificação, confeitos, bebidas e produtos lácteos.
  • Sucralose: Cerca de 600 vezes mais doce do que o açúcar refinado, a sucralose é muito utilizada em produtos esterilizados, UHT, pasteurizados, assados, gelatinas e pudim em pó, pois ela não apresenta calorias.

Equilíbrio é a chave da questão alimentar. Os limites diários tanto de açúcar como de adoçantes devem ser respeitados, quanto menos açúcar utilizarmos melhor, muitos alimentos e bebidas não precisam ser adoçados ou podem ser acrescidos de frutas que já tem um sabor mais adocicado pela frutose. Moderação sempre! E quando for optar prefira os adoçante naturais como stévia e xilitol.

 

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